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bjs

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Mas será o caralho???


Olha, a gente vê que tá ficando velha de muitas formas.

Uma desastrosa é passar delineador na filha e depois passar em você mesma, numa pálpebra não tão lisa como a anterior...hehehe

Outra é ter um blog e viver se indignando com a juventude.

Eu não tenho cura, sou uma bocó, mas fico maluca vendo as meninas fazendo merda.

Tudo hoje na faculdade:

Uma garota da minha classe resolveu bater boca com o professor pouco antes da banca por alguma bobagem sem sentido e conseguiu baixar a nota geral do grupo dela (é claro). Ainda ficava resmungando que ele não pode isso, que ele não pode aquilo...
O bom e velho problema que esse povo tem com autoridade. Eles simplesmente não engolem alguém poder e eles não. Ai ai.

Outra garota fez um livro superbacana com a gente (sem revisão, já que a professora revisou), e depois de impresso, saiu caçando erros da dita revisão e achou um monte. Falei um milhão de vezes pra ela relaxar, que oq estava feito estava feito e que os professores com uma pilha de livros pra ler, nem reparariam nos preciosismos que a estavam descabelando...
Você me ouviu? Nem ela. Fez uma errata gigante (coisa de CDF amador) e encartou no livro. Resultado: a banca (exceto a própria professora que não tinha moral pra criticar a revisão que ela mesma fez) caiu matando na errata "desnecessária" e até o convidado dela comentou que os erros são muitos, mas serão corrigidos, etc e tal...
Ninguém teria falado nada e ela só teria recebido elogios se não fosse cabeça dura.
Uma pena, que o trabalho dela foi MUITO bem feito.

Uma terceira, que sumiu das aulas há quase um mês, aparece a bordo de um menino de boné e óculos escuros que nos é apresentado como "meu marido".
Peraí: a menina vai morar com o namorado que ganha um upgrade imediato na categoria relashionship e ela MUITO esperta, abandona o curso pra virar dona de casa e vendedora de produtos por catálogo?


Socorro.
Parem o mundo que eu, defititivamente, quero descer!


Estou precisando de férias.
Sonho com a Domingas Dias...
beijos




quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Enrolando pra não trabalhar...


Hoje na Folha de São Paulo, tem muita coisa bacana.
Primeiro uma coordenadora de escola particular que deu queixa na polícia contra uma aluna de NOVE anos, que a insultou e ameaçou no blog da escola.
Daí vem a polícia e a imprensa dizerem que estão desconfiados que a menor tenha sofrido algum abuso por parte da coitada da coordenadora, na inversão de papéis habitual.
É de foder.

Já que os pais não educam os filhos em casa, pagam as régias mensalidades das escolas particulares e passam abacaxi adiante.
Pra coroar, temos um estatuto da criança e do adolescente (que não poderia ter outra sigla que não ECA) pra proteger os monstrinhos.
Ano passado, deu um pau no colégio (de freiras - classe média alta) onde meus filhos estudavam , e os seguranças não conseguiram apartar por conta de não poderem encostar nos anjinhos.
Francamente...

Meu professor de estatística indutiva, que solta os melhores petardos do planeta, disse outro dia que se não fosse o "estatuto de proteção aos animais" colocava metade da classe ajoelhada no milho!


Ainda na Folha, o Contardo Calligaris (ai esse homem é maravilhoso) falando de amor, estabilidade e desafios. Um príncipe...
Variar é fácil, difícil é manter um casamento longevo. Eu nem faço muito esforço, que sou a pessoa mais sortuda da face da Terra, mas sei que mole não é!


Domingo fui almoçar na casa de uma amiga de infância que é suiça e a coisa mais fofa que existe.
O Marido dela (que trabalhava no Butantã quando a gente era menina e me arrumava ratinhos pra minha cobra ou pra criar como pet) fez um laguinho de carpas no quintal, de enlouquecer. Nunca tinha visto nada tão lindo, fiquei hipnotizada. O Freddie Mercury tinha adoração por carpas (Koy) e gastava fortunas com os laguinhos dele no Gardenlodge.
As carpas viviam morrendo por fungos e outras bobagens e ele mandava vir milhares de libras de Koys do Japão...
Se ele conhecesse o Marco com seu laguinho super bacana com um scanner ultravioleta que filtra a água e mata todas as bactérias nocivas, ele teria economizado uma grana!


Cheia de trabalho e preguiça, alguém se habilita?




quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Estuporando a banca.




Hoje tivemos nossa banca do PIC.
Nossa revista ficou bacana e foi superelogiada, mas não finalizamos com a atenção que poderíamos se eu e o Alex não estivéssemos malucos por conta de tanto livro reportagem... Mas deu um orgullho dela!!!
Enfim, primeira banca, a classe inteira no corredor, todo mundo mezzo apavorado, mezzo tranqüilo, o de sempre.
Três professores formando a tropa de banca, o Trigo e o Edu (dois queridos velhos conhecidos de todos) e a Márcia Detoni, que dá uma aula que não desperta grande interesse na gente (o que é uma puuuta pena, que o assunto é bacana, mas ela parece dominar mais outras áreas) .
Enfim, sobrevivemos todos.
A classe é grande e são poucas as oportunidades de todos ficarmos juntos e conversarmos.
Eu adoro quando isso acontece.
Temos de tudo: as Patricinhas (essas são várias) um único Mauricinho (antes assim), os meninos do Lance (os que trabalham e os que são fãs), China e suas chinetes, o pessoal dos pastores, os meninos amigos do Alberto, o Grupinho da Pâmela (que já assistiu aula com faixa homenageando o grupo RBD), o pessoal do terceiro semestre, a tropa GLS (essa é sempre a mais interessante, eu a-do-ro) alguns isolados por natureza, e o nosso.


Entra grupo e sai grupo, e aparecem as meninas de um grupo específico chamado Grupo da Pâmela. Elas sentam na frente do professor, mas fazem um barulho infernal, falam alto, riem alto...um saco (vide posts das cotas para idiotas).

O problema é que elas brigaram na véspera da banca (por algum detalhe da impressão do trabalho) e quase chegaram às vias de fato no elevador do andar da sala de redação. Foi um fuá, um barraco. E a Pâmela foi expulsa do grupo (chorou dois dias por conta disso, coitada).
Pois não é que na hora do grupo delas se apresentar à banca, elas aparecem vestidas de Chaves????
Fizeram um livro sobre a série de TV (eu não imagino tema mais escalafobético) e resolveram ser criativas na apresentação. O pior é que não teve apresentação, só banca.
Mas o fato é que as coitadas atravessaram o corredor vestidas feito umas malucas pra serem sabatinadas sobre um trabalho acadêmico.
A cara dos professores vai entrar pra história.

O Trigo com o a cópia do livro tapando a boca, o Edú rindo de nervoso e a Marcia não acreditando naquilo...
Foi muito engraçado.
Eu passei mal de tanto rir, ouvindo os comentários de TODOS os grupos da classe.
É triste, mas é verdade, a gente sempre se une quando encontra um detonador comum...

A UNIP, definitivamente, se supera a cada dia.
A sorte delas é que eu não sou professora (ainda).

hehehehehehe
(risada de bruxa)

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Gente infeliz.



A gente esquece que esse mundo é cheio (repleto, lotado) de gente louca e infeliz.
Não que haja motivo pra tanto, e mesmo que houvesse, a gente sabe que as coisas não funcionam assim.
Quem não tem motivo inventa, e muitas vezes, quem tem, sublima e toca a vida.

Tudo é motivo pra alguém maluco, mal comido, mal dormido e mal pago, se sentir desrespeitado e ficar bradando aos sete ventos que está profundamente ofendido.
Esse discurso vem, normalmente, acompanhado da mão no peito e olhar solene.

Eu fico vendo esse tipinho pobre de gente e a única coisa que me ocorre é que eles têm tanta vontade de viver a cores, como a gente vive, que tudo que sobra é a montanha de inveja, que vira raiva... e fica nisso.

Outra coisa que me ocorre , é que cada um tem seu papel, eles de tentar amarelar nosso filme e nós de deixarmos ou não.
Eu vivo ensinando pras crianças que a melhor estratégia (além de mais civilizada, é infalível) é ignorar solenemente, eu sou expert nisso.
Melhor tratar com a distância respeitosa dos animais no Zoológico do Maiakóvski.
Se a gente vivesse na selva, não teria que beber água no riacho com os gambás.

A natureza sim é sábia.
Não a humana, é lógico...