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bjs

quarta-feira, 26 de março de 2008

Acabou!




Não agüentava mais as crianças indo domir super tarde, por conta do Big Brother.
Gostei (adorei) o resultado. Mesmo tendo certeza absoluta de que foi manipulado, que a Globo tava fazendo de tudo pra queimar o filme da vagaba que pegou o segundo lugar. A democracia desagrada a alguns, e neste caso específico, a manipulação ditatorial me agradou pacas!!!!

Eu nunca tinha seguido um Big Brother inteiro, esse foi o primeiro.
Quando o Silvio Santos (que eu acho um gênio) inventou aquela Casa dos Artistas e colocou o Supla (por quem meu coração palpita desde o colegial, quando ele ficava parado na saída do meu colégio) e o Matheus Carrieri (cujo filho, que rendia lamúrias e confissões, Kaíke, é primo de um amigo querido e freqüentava minha casa na época), eu não perdia um só episódio, e tive que agüentar a Barbara Paz que fazia aquela linha “coitada de mim que sofri tanto nessa vida” abocanhar o prêmio – que era bem meia boca, uns 300 paus se não me engano.

Enfim, voltando ao BBB8... aquela sapata enrustida (nada contra sapatas, tudo contra enrustidos) leitora de Paulo Coelho me irritou profundamente, cheguei a sonhar dava uma surra nela.
O Marcelo era meu preferido, mas pirou lá dentro.
A Miss que bebia e se esfregava com qualquer um que estivesse presente, foi só se livrar do namoradinho mala machista, que sossegou, e ganhou minha simpatia.

O Rafinha era o preferido da Sophia desde o dia em que ela botou os olhos nele (figurante do clipe do NX, é claro que a madame iria adorar...).

Deve ser muito difícil esse confinamento exposto. Por mais que a gente tente mensurar o tamanho da pressão, não dá.
Pra quem está do lado de fora, é um exercício de sociologia ficar analisando o comportamento humano. Eu ficava brava com as erudições de Bala Valda do Pedro Bial, que também não tinha nada que chamar os participantes de heróis (cujo termo significa alguém que viveu uma aventura extraordinária e voltou pra contar). Mas isso é pura implicância da mamãe aqui.
Como disse pro Alex, que tava torcendo pra vagaba (tenho quase certeza de que era só pra me provocar), a talzinha pra juntar um milhão, vai ter que enfeitar muita borracharia e bater muuuiota perna na Rive Gauche (isso se derem outro visto pra ela).
Foi a vitória do Rock’n Roll sobre o axé!
Hahahaha
Adorei.

terça-feira, 25 de março de 2008

A vida é sonho.



Blog é poder e libertação. A gente senta na frente do PC entre um trabalho e outro e sai achando isso e aquilo... é perfeito!


Este ano, a páscoa teve oooutro sabor!

Uma amiga (absolutamente sensacional) que atende pelo nome de Claudia Stussi me deu a primeira temporada de LOST (e já prometeu as duas seguintes!!!!!!!!).

Eu não entendia nada, via um episódio, pulava dois e daí estava feita a tragédia... nunca conseguia ver. Mas agora, de posse de TODOS os episódios, tu-do mudou!!!!!!


No meu universo de gente invejável, estavam aqueles que conseguem (e gostam) de tomar chá e café sem açúcar (coisa da qual eu simplesmente não sou capaz) e quem entendia LOST...hehe

Agora volto a invejar quem tem o paladar menos infantil que o meu, que tô por dentríssimo do seriado!


Tomo milhões de sustos, rôo as unhas (coisa que não fazia desde os 16 anos) e sonhooooo.

Ai como eu tenho sonhado!

Tem um personagem maravilhoso chamado Sawyer (Josh Holloway), que não vale nada, é malandro, safado, cachorro, mas tem lá seu caráter quando a coisa aperta! O homem é maravilhoso (e por conta de estar numa ilha, vive sem camisa, barbado e descabelado) ...aiai


É engraçado como a gente precisa de homem pra sonhar, pra idealizar aquela valentia e força (física) que não se usa mais nos dias de hoje, né?

A gente suspira pelo gângster, pelo fodão, acha uma delícia na hora de suspirar, mas eu é que não levava um desses pra casa! Fui bem esperta em casar com o mocinho (que sou obrigada a admitir, está cada dia mais parecido com o Mel Gibson). Chato, né?


Mulheres são tão mais evoluídas. Pra gente cair de quatro por um personagem ele não pode ser só bonito, tem que ser bem construído.

Homem já se contenta com uma heroína gostosa... (haha estou feministíssima hoje, logo passa!) (deixa o Flávio ler isso....).


Falando em homem pra sonhar e em personagem bem construído, não esqueçamos o Luke Danes ( Scott Patterson ) de Gilmore Girls. Aquele homem é o mais perigoso, que não há quem resista. Aquela Amy Sherman Palladino foi capaz de criar a perfeição. Ele é correto, é divertido, é ponta firme e tem um mau humor irresistível. Não fosse o bastante, vive de boné virado e é capaz de consertar qualquer coisa...


Eu escrevo e suspiro! Quando o Caio voltar de uma bendita festa da EDUSP que vai me deixar sem LOST por hoje, vai ler esse post e sair rindo e falando da "linhagem da minha família"...haha

Como será que o Gregório vai ser quando crescer???????
bjsbjsbjs