Como comentar aqui:

Se você não tem conta no Google ou no Blogger, vá em "comentar como" e preencha seu nome, não precisa de URL (pode ficar em branco). Depois é só "postar comentário".
bjs

quarta-feira, 17 de junho de 2009

apaputaquepariu


Cai exigência do diploma de jornalismo

Sérgio Matsuura e Izabela Vasconcelos

O diploma para o exercício da profissão de jornalista já não é mais uma obrigatoriedade no Brasil. Por oito votos a um, o Supremo Tribunal Federal considerou incompatível com a Constituição a exigência da graduação em jornalismo para o exercício da profissão, em votação do Recurso Extraordinário 511961, nesta quarta-feira (17/06).

Os ministros Gilmar Mendes, Carmen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Eros Grau, Carlos Britto, Cezar Peluso, Ellen Gracie e Celso de Mello votaram contra a exigência. Apenas Marco Aurélio Mello votou a favor da obrigatoriedade do diploma.

No início da sessão plenária, as teses se dividiram entre a posição defendida pelo Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão no Estado de São Paulo e o Ministério Público Federal (MPF), contra a obrigatoriedade do diploma, e a Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj), com o apoio da Advocacia Geral da União, sustentando a exigência.

Gilmar Mendes, relator do recurso, defendeu a autorregulação da imprensa. “São os próprios meios de comunicação que devem definir os seus controles”, afirmou.

Mesmo sem a exigência de diploma, os cursos de jornalismo devem continuar existindo, argumentou Mendes. “É inegável que a frequência a um curso superior pode dar uma formação sólida para o exercício cotidiano do jornalismo. Isso afasta a hipótese de que os cursos de jornalismo serão desnecessários”, avaliou.

Fonte: site comunique-se

HELP!


Alguém, por favor, me convença que é bogagem eu estar doente por ter ficado de exame (pela primeira vez na vida) no último ano de faculdade, por ter feito a minha parte com perfeição e ter tomado um belíssimo cano de quem não fez a sua???
Tô muuuuuuuuuuuuuito puta, pra ser bem sincera.
Ai que ódio.

terça-feira, 16 de junho de 2009

A parada e os parados


A parada gay reúne zilhões de pessoas. Mobiliza a imprensa, a juventude, os velhos, as crianças, as famílias...
Daí eu fico pensando: tudo bem ser gay, ter orgulho disso e deixar isso claro na Paulista com o apoio desse zilhão de pessoas... Mas peraí: como a gente não consegue, nao é capaz, simplesmente não rola uma mobilização que reúna, pelo menos a metade dessas pessoas pra reclamar do que vai mal e está errado neste país?
Será que a imposto que a gente paga e perde a cada dia, não vale isso?
Será que sermos obrigados a pagar plano de saúde e escola particular não são motivos suficientes?
Será que a gente sair todo santo dia pra trabalhar sem saber se volta pra casa ou pro IML com uma bala estampada na testa por um pixote fumador de crack não vale uma passeata?

Meu amigo Flávio (Sbluvs) tá organizando um boicote à Telefônica: um mês sem pagar a conta pra ver se a gente se faz ouvir. Quero só ver quantas pessoas vão realmente participar.
Fala sério, gente.
É de foder o tanto que a gente é inerte.

beijos