
Eu sempre leio obituários.
Todos os dias.
Acho o máximo a cerimônia que os americanos fazem, quando falam (bem) sobre o falecido...
Sempre penso que, quando morrer, quero uma notona no jornal , afinal o mundo estará sendo privado da minha sensacional presença e participação... Depois, eu posso ter um monte de defeitos, mas sou animadinha e alguém há de sentir falta dos meus palpites e do meu bom humor.
Daí, a pobre da Farrah Fawcett, que comeu o pão que o diabo amassou com um câncer reincidente, morre. Mal começam a pipocar as notícias e homenagens e o Michael Jackson morre do coração, sem mais aquela e acaba com a festa da loira.
Já vou avisando: se alguém mais importante se atrever a morrer no mesmo dia que eu e abafar meu sucesso póstumo, vai ser infernizado pela eternidade.
beijos
(na foto, eu e a Edna na fogueira sábado, clicada pela Inês - que manda tão bem que dá até raiva...)


