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bjs

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Vai, Zé.


Tem gente que passa a vida perturbando os outros, dando trabalho pra meio mundo e sem absolutamente nenhum plano, nenhuma vontade, nada.

Mas tem gente pilhada, engraçada, inteligente e trabalhadora também.
O problema são os benditos critérios de escolha dos que ficam e dos que vão.
O Zé tinha 61 anos.
Escreveu três livros sobre maçonaria, era músico, compositor e publicitário.
Desde a entrevista sobre censura musical, ano passado, vira e mexe eu trocava emails com ele, que era ocupado mas adorava se envolver com coisas novas.
Há uma semana, mais ou menos, entrevistei ele outra vez, agora sobre as novas tecnologias e o futuro da indústria fonográfica.
É uma pena e eu estou muito triste.


"Numa ilha, numa ilha deserta,onde o vento só ventasse de vez em quando.
Numa ilha, numa ilha deserta, simplesmente vivendo e sonhando.
Mas se as ilhas do mundo já tem dono, e você não entende bem por quê,
separe tudo que lhe faz falta, e guarde bem guardado numa ilha dentro de você..."

beijos
  

terça-feira, 19 de maio de 2009

Padrinhos Mágicos


Se isso fosse possível eu afirmaria com 100% de certeza, e sem margem de erro que ao invés de uma mãe, eu tenho dois pais.
Um é o Egydão, perfeito e sensacional, responsável por quase todos meus defeitos e qualidades. Mas tenho um padrinho... Aliás, meus padrinhos...
Eles são aquelas moedas de ouro que você guarda no fundo do bolso e olha com muito orgulho de vez em quando, sabe?
Não tenho assim muuuito contato com eles, mas to sempre pensando, sempre com saudades.
Meu padrinho João Bosco é irmão da minha mãe, e desde pequena eu sou apaixonada por ele, que é o homem mais genial que eu conheço.
Minha madrinha Mariazinha é pequenininha, rápida e ardidinha. Uma delícia; a coisa mais fofa do mundo. Sabe tudo, adivinha tudo, ela botaria a Deusa Hera no chinelo um cinco minutos. 
Quando eu era pequena, eles tratavam todos os sobrinhos bem, mas eu era especial, e sempre me senti assim perto deles. Pra mim vinha o melhor sorriso, o colo, o abraço mais apertado e uma compreeensão absoluta. Eles sempre entenderam meu jeito diferente das minhas irmãs educadinhas, discretas e comportadas. Não só entendiam, como preferiam e ficavam hoooras ouvindo minhas histórias. Era maravilhoso.
Esse ano eles fizeram cinqüenta anos de casados e na hora de jogar o buquê, meu tio simplesmente jogou o buquê em mim – quase morri de felicidade... hahaha
Eles construíram um casamento que funciona perfeitamente e têm filhos que aprenderam com eles, e cujos casamentos também funcionam. A gente sabe que essas coisas se aprendem (eu sou –pra variar- uma exceção).
Minha família é terrivelmente importante na minha vida, cada figura com seu peso e importância. Mas esses dois são super especiais.
Eu tenho muuuuuuuuuuita sorte com as pessoas que me fizeram ser quem eu sou, e a esses dois, especialmente, só tenho a agradecer.

beijos