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bjs

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

A vida não é sonho


Quem me conhece sabe o quanto eu ligo pra que está e ou não está na moda... mas o fato é que fiz uma pauta essa semana sobre a febre japonesa das hime gyarus.
São meninas que vivem, se vestem e se comportam como princesas, com cabelão, lacinhos, cílios postiços e tiaras.
A história está repleta de Brancas de Neve e Auroras que pouco fizeram pelo próprio destino, que não sofrer e suspirar; mas também temos a Jasmim e a Bela, que cultivavam sonhos de independência e conquista que extrapolavam os jardins dos palácios. A primeira desafiou o pai e a tradição numa sociedade hermética, para escolher o próprio companheiro e a segunda, lia e pensava por si só!
As meninas que fazem a linha princesa, hime gyarus, não trabalham - já que trabalhar cansa; e escolheram uma fragilidade ridícula que é garantia de doses cavalares de antidepressivos (ou coisa muito pior) no futuro.
Dependem de namorados como as bisavós dependiam dos maridos e plantam um destino acorrentado e servil. Pra um homem que acabou de chegar, pode ser até divertido carregar e prover aquela coisinha frágil e delicada que inspira tanta proteção, mas qualquer idiota sabe que isso, em médio prazo, cansa. Ou que quando chegar a hora de ele precisar de uma companheira de verdade e ouvir um monte de gemidos e "isso eu não sei" ou "eu não consiiigo" vê a roubada em que se meteu, e larga a mala no primeiro achados e perdidos.
Esse tipo de mulher chega aos quarenta sozinha, e assim permanece.
Ser princesa, também pode significar ser dona de uma delicadeza ímpar junto com uma inteligência que dispense a obrigatoriedade de príncipes e cavalos brancos. Uma menina tem que ser capaz de dar conta da própria vida, tem que saber fazer o que é preciso que se faça pra viver por conta própria, e chegar inteira no fim do percurso. Tem que ler o livro até o fim e agüentar a barra da vida sem maquiagem.
Todo mundo espera que sua filha não precise lançar mão desse tipo de força. Até eu, que não sou boba, não me importaria que a história da Sophia fosse só tranqüilidade e segurança. Mas não é assim que a vida funciona e é preciso muito cuidado antes de se criar ou tornar uma princesa inútil e meramente decorativa.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Back to black



(clique na imagem que ela aumenta e vc lê as legendas sensacionais)

De volta á posse do meu tempo.
Acabaram os tcc’s, dessa vez o inferno foram os projetos (e uns malucos de Marketing que acham que revisão é fazer o trabalho no lugar de quem tá pagando - eu até faço isso, mas por outro preço. Beeeeeeeem outro...).
Um livro especialmente interessante sobre uma favela do Rio chamada Tavares Bastos, onde não tem tráfico nem violência (mas tem o BOPE).
Entregamos o Pic na data, e segunda tem a bendita banca.
Gravamos o programa de telejornalismo (a Claudinha estraçalhou, eu quase me afoguei em tanta baba), uma e outra prova e pronto. Acabou o ano.
Agora começam as compras de natal.
Madame Sophia está resolvendo em que loja vai trabalhar, já que simplesmente todo o shopping quer seus encantos vendedores...(muito orgulho)
Meu pescoço melhorou, graças a muito descanso, bolsa de água quente e uma dieta balanceada à base de Strawberry Cheesecake...
Festa na sexta, no sábado e encontro de mosqueteiras no domingo.
Nem acredito que vou pegar a pilha de livros que comprei e ler um por um.
Enfim, voltei!!!

Tem muita gente genial nesse mundo, uma delas é um cara chamado Marcos Barbará que fez essa bobagem deliciosa que ilustra o post de hoje.

Ah, estamos (eu e a Sophia) viciadas num site onde vc pensa em alguém (minimamente famoso)e um gênio adivinha sempre!!!!
Tentem: http://en.akinator.com/