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bjs

quarta-feira, 11 de julho de 2007

Saideira...




Sentei aqui pra escrever um monte de coisas.
Queria falar dos católicos, das missas em latim e de um monte de coisas em que andei pensando.
Mas acabei de ver as horas e tô super atrasada.
Se conseguir uma janela pra escrever durante minhas adoradas férias, eu apareço.
De qualquer maneira, ouçam Mika (tu-do) e Amy Winehouse (Rehab, especialmente).
Beijos (ai que saco não ter tempo pra escrever o que eu queria.)


Dá tempo de dizer que eu to morrendo de saudades da Leda.

domingo, 8 de julho de 2007

O futebol & as mulheres.


O Daniel Piza tá hoje no Estadão, todo pampeiro explicando o amor dos homens pelo futebol.
O Grê joga bola até dormindo e o Caio é fanático.
Meu pai nunca ligou, sempre foi um são paulino morno, não lembro de vê-lo assitir um único jogo (que não fosse do Brasil na Copa, mas aí eu via junto - viro técnica entendidíssima de quatro em quatro anos, como a maioria das mulheres).

Meus dois avós eram super amigos, mas um era corinthiano (o Badé) e o outro são paulino (Vô Mário). O vô Mário ficou anos na cama após uma sequência de avc's , e a diversão do Badé era dizer pra ele que o São Paulo tinha sido rebaixado pra segundona...

Essa fissura do Caio por futebol me bota louca.
Quando a gente namorava, vivia pegando o carro nos feriados prolongados e indo até o Paraguai comprar bobagens e brincar de Paris Dakar. A rota mais bacana era atravessar o Paraná por dentro das fazendas que cortam alguns caminhos. Ele parava pra ver pelada de bóia fria, e torcia! Eu achava uma graça (não dimensionava que aquilo era a ponta do iceberg da verdadeira paixão da vida dele)...

De domingo ele vê os jogos e as mesas redondas to-das e ouve atentamente qualquer criatura que esteja na telinha disposta a comentar o jogo do Ribeirino contra a Ponte Alta, que acabou em zero a zero.
Quando o Palmeiras joga, eu não posso ficar junto porque sou "pé frio"! Me recolho à minha insignificância ante o futebol e me retiro de campo!
Aliás, quando eu quero que ele faça (ou confesse) alguma coisa é só pedir pra ele jurar pelo Palmeiras...

O futebol é o refúgio deles todos. É um alívio que as mulheres não gostem, não entendam e não participem.
Onde mais eles conseguiriam ter paz, sem a gente alí "existindo"?
Eles devem odiar em segredo mulher que dá palpites futebolísticos pertinentes.
Guardadas as devidas proporções, eles merecem a ilha de masculinidade Flintstone que o futebol porporciona, sejamos justas.
Sobrou pouco terreno pros homens; nós podemos tudo, nós estamos com os pés em todas as portas do mundo.
O Clinton tá fazendo campanha pra Hillary que tem boas chances de governar o mundo americano.
O Talibã dançou e devagar as coisas mudam até onde não se sonhava que pudessem mudar.
Eles resistem pouco. Abrem mão das altas posições conquistadas, pra que nós meninas cheias de amor pra dar e serviço pra mostrar, entremos triunfantes.
Mas o futebol é deles.
Eles estão no direito deles.

Mas que tem hora que é de foder, lá isso é.


Obs: Um beijo na boca do Élio Gaspari que tá com uma coluna perfeita hoje.