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bjs

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Perversidades, literatura e devaneios


Muito trabalho. Trabalho pra caralho.
Pelo menos meu pé deu uma trégua.
A Pat me escreveu dizendo que gota era a doença dos reis. Essa mulher impossível consegue ver alguma coisa boa até nessa gota infernal, ela é o máximo!


No meio da trabalheira infernal de hoje ainda tive que apagar hoooras de um incêndio idiota que aconteceu na minha ausência com meu grupo de trabalho na faculdade.
Ai que saco, como se a gente não tivesse um mundo de coisas pra fazer e a oposição não desse trabalho o suficiente, ainda tem quem resolva rachar o que até então dava muito certo. Certo até demais pelo visto.
Tá bom que são todos novos, mas é de matar.
Eu tenho uma paciência inacreditável, mas não vou agüentar outra dessas. Eu não posso fazer nada com quem simplesmente não aprendeu a se relacionar.
Eu agüento um pouco, depois canso.
Como diria uma amiga minha, isso é pura falta de um bom tanque de roupa pra lavar. Eu tenho o meu, lavo a roupa e minhas mãos...

Comprei dois livros, um pra faculdade e outro que eu queria ler há tempos. Abusado do Caco Barcellos e As Sociedades Secretas Mais Perversas da História.
Esse segundo (que é claro que eu vou devorar antes) é da mesma britânica maluca (Shelley Klein) que escreveu As Mulheres Mais Perversas da História e é um puuuta livro (eu li quase metade em pé numa noite de autógrafos de uma autora nossa em Curitiba). Pra mim, que vivia dizendo que mulheres não são capazes das mesmas crueldades que os homens praticam, foi bastante esclarecedor...

Sem querer, descobri que a tradutora é a Magda Lopes que já traduziu livros pra mim e é uma mulher muuuito legal! A gente se divertiu muito quando ela tava traduzindo a biografia do Ozzy (com direito a gírias e palavrões Osborneanos)... Foi uma das edições mais divertidas que eu fiz (fora o detalhe que ela manda tudo num português tão correto, que a gente fica mimado).
Enfim, recomendo os livros da Shelley, a bio do Ozzy e a Magda!!!!

Esta noite tive um sonho cômico-erótico impagável.
Eu tinha três maridos (pobre de mim), o Caio, o Matheus Nachtengaelle e o Paulo José (além de repetir o marido de sempre, ainda arrumo outros dois bem curiosos).
Eu queria trepar com o Paulo José e o Caio ficava empatando a foda. A gente quase conseguia e ele aparecia e cortava a onda... esse meu marido não me libera nem em sonho...aiai


Depois eu conto mais do livro novo!