Como comentar aqui:

Se você não tem conta no Google ou no Blogger, vá em "comentar como" e preencha seu nome, não precisa de URL (pode ficar em branco). Depois é só "postar comentário".
bjs

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Vou morrer sem entender



A vida é curta, na verdade o certo seria a gente dizer que a vida é um estado, um estar.
Hoje estou aqui, de cabelo lavado, batucando meu laptop, amanhã posso ter um AVC daqueles bons, posso ser atropelada, levar um tiro, infartar, qualquer coisa...
Por isso, por essa consciência da duração da vida, eu faço sempre o melhor que posso pras pessoas, uso e abuso do meu melhor sorriso, abraço, beijo e uso as palavras pra ajudar a melhorar o dia das pessoas.
Eu sou de carne e osso, me estresso, me enfureço e perco a paciência; mas nunca deixei que isso me descrevesse, que fosse constante ou contumaz em mim.
Ninguém nunca vai se referir a mim como "aquela grossa desagradável".
Deus me colocou aqui pra fazer o que tenho que fazer pra sobreviver, pagar minhas contas e produzir. E eu faço tudo da melhor maneira que posso, faço na hora, faço bem feito e trato todo mundo com respeito e educação.
Isso não é mérito nenhum, isso deveria ser corriqueiro.
Desejar o bem, parar para ouvir o que o outro tem pra dizer (mesmo que não tenha nada a ver com você), ser delicada e ir dormir sabendo que eu trouxe alguma alegria e contentamento pras pessoas com as quais convivi. Do vendedor de DVD à faxineira, ou o Presidente da ALESP. eu procuro ser leve e não pesar no dia de ninguém. E se der pra ajudar a melhorar as coisas, eu tento.
O que me mata é ver gente que faz questão de esquecer a brevidade da vida e a importância das pessoas sobre as coisas. Gente que gosta de azedar o dia dos outros, de tratar sem consideração e respeito nenhum o outro. De simplesmente não se interessar pelo outro. De se conformar em viver nervoso, insatisfeito e infeliz. Não conseguir ver beleza em coisas simples, não gostar de bichos, de plantas, de crianças...
Graças a Deus, eu sou feliz e de bem com a vida que eu conquistei. Gosto das pessoas e me contento com as coisas que me são oferecidas ou que eu vou conquistando. Não acho nada tão importante que valha eu acabar com o dia de alguém que pode estar precisando de tudo, menos de uma patada.
Eu tenho certeza de que Deus não colocou ninguém no mundo pra viver desse jeito.
Deve ser muito duro viver assim, procurando culpados, estando sempre certo e determinando a (pouca) "importância" dos outros.
Eu tenho muita, mas muita pena de quem escolheu viver dessa maneira.
É muito triste.


Agora, tem uma coisa: infelicidade não é sarampo! Não passa.
Cuidado com isso. 
Boa noite gente!