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Você tem fome de quê?

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Se tem uma coisa que eu aprendi na vida, foi a escolher as brigas. Eu só brigo se valer muito a pena, e tem que ser MUITO mesmo. Não me envolvo, não me chateio nem considero quando uma eventual formiga desavisada se agarra na sola do meu sapato. Tem gente que se acha mais gente e mais importante por fazer a linha "não levo desaforo pra casa" e/ou "faço valer meus direitos". Ai, que conversa cansativa... Então, assim: se você já passou da idade de mostrar ao mundo que você existe, e que é capaz de espernear; muito que bem - vai economizar no remédio pra gastrite, viver mais e ter mais amigos e admiradores (eu entre eles). Agora, se você acha que agarrado ao para choque de quem está passando pela vida, implorando pelo seu pedaço, pelo seu espaço e arrumando confusão por nada, vai ter um resultado que te satisfaça, continue assim; só não conte comigo pra puxar a corda que eu já larguei! beijos gente,

Cala a boca Bóris.

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Olha, uma pessoa linguaruda feito eu sabe, mais do que a maioria dos viventes, que a gente deixa escapar muita merda sem querer. Só que tem uma puta diferença (gigante, enorme, abissal) entre uma piada infeliz, mal colocada; uma gracinha fora de hora e uma entregada descarada do que você realmente pensa. O Casoy não fez um comentário impensado. Nem fodendo, sinto muito. Um cara com a tarimba, a cultura e a experiência que ele tem, não falaria uma coisa dessas por falar. Ele acha mesmo que é melhor que os garis. Não como profissional, mas como pessoa. Como profissional, até minha unha do pé sabe que jornalista está mais bem colocado na cadeia alimentar do mercado profissional que os garis. Mas como pessoa, não tem estudo nem diploma que te faça melhor que o cara que varre tua calçada. Mas ele não acha isso; ficou super claro. Não estou dizendo que Sir Casoy não tenha valor como jornalista e que o trabalho dele, em todos esses anos, não tenha sido bem feito. Estou falando da pessoa del...

2010

Voltei. Meu ano novo não foi nenhuma Brastemp, pq eu insisto em velhas fórmulas cujo resultado é sempre o mesmo e eu acabo aqui com uma (merecida) cara de tonta; mas esse ano vai ser tudo diferente! Meu primeiro horóscopo desse ano (não sou de horóscopo, mas o que o Quiroga escreve é fato), me indicou procurar novos grupos sociais, com outras dinâmicas, que estão por perto. Câmbio, entendi! Esse ano, só peço uma coisa: trabalho remunerado!!!! O resto todo ficando como é, está perfeito. Um videozinho mega bacana pra gente começar o ano: PS:Quando aparece o Brasil, em primeiro plano está Marya, filha da minha amiga Lizzie e do Zé Rodrix! bjsbjsbjs gente, coragem!!

Aventura Natalina

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Como propus no post sobre o Natal, fui ao correio e peguei uma das tantas cartinhas que as crianças endereçam ao "Papai Noel, Polo Norte". O meu menino chamava Giovane e pediu a coleção de cartas do Pokémon. Não precisei de muito tempo pra saber que não existem mais esses cards, mas o Grê tinha todos eles quis dar de presente. Fomos ao centro de Tremembé (temos um comércio local bacana) e compramos uma caixa de carrinhos Match Box e uma camiseta do Ben 10 (segundo a vendedora é o personagem que os meninos de 10 anos mais gostam). Passamos no supermercado e compramos um Fiesta, uma coca cola família, uma chocotone, uns sacos de pirulito e flores. Achamos que seria mais negócio ir à noite, já que na carta ele falava que a "mãe" não tinha dinheiro pra comprar presentes. Deduzi que não tinha um pai na jogada e que ela deveria trabalhar durante o dia. O detalhe é que o Giovane mora no Cingapura do Edú Chaves e ir lá ás oito e meia da noite exige alguma coragem. Não tem...

Mil saudades

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Tinha decidido não escrever nada, mas como quero deixar essa tristeza pra 2009 e levar só a saudade pra 2010, aqui estou eu. O Mil nasceu em Minas, no reveillon de 2000, no sítio da Leda em Extrema, e veio com a gente pra casa bem pequenininho, um cisco. A Dru morreu de ciúmes dele... Ele era um gato lindo de morrer. Pesava quase dez quilos e não havia quem não se encantasse com ele. Era chato, antipático e antisocial. Gostava da massagem que o Caio fazia nas costas dele e adorou os forros que eu fiz pra ele poder dormir mais confortável sobre a máquina de lavar na área de serviço; e ficava quietinho por hoooras no colo do Bruno. Uma vez ele ficou com a uretra entupida e eu tive que desentupir "manualmente" foi um mico sem precendentes. Ele era o gato mais gato que eu tive. Nunca obedeceu a gente. Uma vez sumiu por dez dias (o Caio quase morreu) e só voltou quando o Caio pagou R$50,00 pra os moleques da rua irem buscar sua majestade no telhado da vizinha. Ele via os outros ga...

Feed the world

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Ando tão perdida com meu tempo livre. Tem tanta coisa pendurada pra 2010 (que estranho escrever essa data sem estar numa ficção futurista) que eu me esforço pra não me preocupar e perder energia em coisas que não sei se vão ou como serão feitas. Esse ano foi ruim, tá bom que acabou com bastante trabalho e alguma grana, mas não compensou as dores de cabeça. Mas no fundo, mesmo tendo feito bobagens ingênuas que eu sempre faço, e outras idiotices pra agradar gente de quem eu gosto, o ano filtrou o que era legítimo. Quem e o que tava na minha vida por estar, saiu (ou tá saindo), e quem ficou, era pra ter ficado mesmo. No final das contas eu tenho um puta orgulho de ser quem eu sou (não que seja uma moleza...). Hoje, via Twitter, recebi do Sérgio Martins a lembrança de um vídeo dos anos 80, quando o Geldorf juntou ingleses e irlandeses pra fazer um vídeo de natal e arrecadar fundos pras crianças da África . (Beeem antes do MJ com aquele porre de we are the world). A música é belíssima e eu ...

Nunca mais cinema, nunca mais drink no dancing...

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Acabou a faculdade. Lembro perfeitamente de estar sentada diante do computador fazendo alguma coisa qualquer quando pipocou um pop up sobre o vestibular da UNIP. Nem pensei direito e me inscrevi. Depois (é claro) comecei a sofrer (e se eu não passar?). Passei. Daí (é claro) comecei a sofrer (e se eu boiar o tempo todo?) Não boiei. Mas (é claro) comecei a sofrer (e se ninguém tiver saco pra conversar com uma quarentona palpiteira?). Mas tiveram. Conheci tanta gente bacana, uma meninada mega talentosa, super querida e sem a menor noção do quanto eles são novos e de tudo que eles ainda podem fazer da vida... Uns professores muito bons, fiquei amiga de alguns mais irresistíveis. Vou sentir tanta falta, que tô com um nó na garganta que não ata nem desata, um saco. Minha banca foi um desastre, mas a vida é assim mesmo e eu voltei pra casa com um nove. Logo que cheguei em casa, um professor (bem o mais querido) me liga pra dizer que a gente merecia muito ter tirado dez e que aquele nove foi ...