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Lesma na vanguarda da tecnologia

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Terça, 17 de junho de 2008, 17h58 Atualizada às 18h48 Projeto artístico envia e-mails por chips em lesmas Três lesmas tiveram chips eletrônicos implantados em seus corpos para que possam transportar e-mails escritos por pessoas que visitam um site. O projeto de "arte lenta", intitulado Real Snail Mail, foi desenvolvido por alunos da Universidade de Bournemouth, na Grã-Bretanha, e será apresentado na conferência Siggraph, em Los Angeles, nos Estados Unidos, em agosto. Na era cibernética, as lesmas Muriel, Austin e Cecil se tornaram "carteiros eletrônicos". Ao invés de comunicação instantânea, as mensagens dos visitantes viajarão a uma velocidade média de 50 metros por hora, podendo levar dias, semanas ou até meses para chegar ao destinatário. "Uma coisa que a tecnologia nos promete é velocidade, aceleração, sempre mais e em menos tempo", diz Paul Smith, um artista envolvido no projeto. "Culturalmente, somos obcecados com o imediato", acrescenta....

Merdas que eu adoooooro assitir.

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Há dois canais que eu adoro, o VH1 e o E !. São a mais completa celebração do fun, da diversão leve e inconseqüente que me distrai e me diverte muito. No VH1 ele têm aqueles programinhas de listas, eu adoro listas (deve ser coisa da geração dos anos 80 como sabe o Nick Hornby). Já vi os motivos pra amar e odiar a década de 90, as celebridades mais azaradas, mais poderosas, mais deselegantes... muito divertido. O melhor deles é um reality de um cantor de hip hop chamado Flavor Flav (ele era do Public Enemy) o cara é de chorar de feio. Magro, desdentado (tem os dentes de ouro) desengonçado e usa um relógio imenso pendurado no pescoço. O tal galã resolveu arrumar uma namorada e vinte loucas apareceram (uma especialmente pirada chamada Tiffany ou NewYork já tomou uma cusparada da cara e vai sair do programa com ele ou numa camisa de força). Ele faz as meninas fritarem frango pra ele, fazerem chá pra mãe dele... um horror. Fora que metade já deu pra ele no programa. A gente ri pra não chora...

Nuvens negras, tempestades no céu.

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Esta semana tive tanto trabalho que fiz um cronograma pra poder dar conta... O Gregório tá com febre, aqui deitadinho tomando Gatorade. Tenho uma entrevista importante com um cara bem bacana hoje á noite e tô me sentindo péssima de sair com ele assim jururu... Semana passada, entrevistei a deputada Manuela d’Ávila, fiquei apaixonada! A menina é uma graça, uma querida completa; e como se ainda não bastasse, é correta, sensata e trabalha pacas. A festa de lançamento do livro da Marlene Matheus foi perfeita, vendemos livros feito água e me diverti muito (conheci um monte de gente, bebi champanhe e dei muita risada). Meu amigo Geraldo de Anhaia Mello tá quieto demais pro meu gosto esses dias. No ápice da fase de mania ele chega a mandar quatro textos por dia e tem uma semana que ele excluiu o perfil do Orkut e não manda uma linha. Como andei dando uns bons esporros (merecidos) nele, espero que ele só esteja bravo comigo. Da outra vez que dei o alarme do sumiço, ele tinha tentado o suicídio...

True colors

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Obama desbancou a Hillary. A mulher se endividou até as tampas e agora só precisa resolver se aceita a candidatura a vice ou se fica na oposição vigilante (que seria mais digno, mas menos rentável). Daí que o cara é o primeiro candidato negro da história à presidência dos EUA. Um mundo desse tamanho, tanto negro nos Estados Unidos, e esta é a primeira vez que tem um negro candidato. Lembremos que ele é apenas can-di-da-to. Racismo é uma coisa muito complexa. Minha amiga suíça acabou de adotar um menininho pardo e a família toda está torcendo o nariz. Ela me dizia ao telefone no sábado que o foda é olhar pra ele, tão queridinho, sabendo que se ele fosse loirinho, seria tuuuudo diferente e mais fácil. E, penso eu, muito provavelmente ele teria sido adotado ainda bebê, e não só agora com mais de dois anos. Quando as crianças eram pequenas, tínhamos uma cozinheira chamada Dulce (nome perfeito pra alguém doce feito ela) uma negra retinta que todo mundo – principalmente o Gregório – adorava;...

Dust in the wind.

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Nunca trabalhei tanto na vida. E são coisas diferentes, assuntos diferentes, só os prazos apertados é que são parecidos... Pesquisa de Mercado era aquela imersão, mas era fácil ficar focada num mesmo assunto. Desisti da pauta da Maria da Penha, ETA mulherzinha difícil. Só neste país que uma mulher decide ser porta voz de uma causa importante, cria uma associação e não aparece nem lá nem em lugar nenhum... aiai Amanhã é a festa de lançamento do livro do Vicente Matheus, estou desde cedo pendurada no telefone com os jornalistas, além de uma qualificação acadêmica pra hoje e esse sono danado! Ai julho, ai Campos do Jordão... A Sophia está apaixonada e eu estou super feliz por ela estar vivendo isso (por mais enrolado que seja, amor é amor). Ontem foi a coletiva da LeiaSempre na Unip, o Caio deu um baile geral. Tava lindo de morrer de terno cinza e gravata com nó de Windsor (que eu dei) ...babei litros. Não é por nada, mas a gente matou a pau. O press kit tava lindo, o coffee break impecáv...

Adeus, Anarquista.

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Há pouco, morreu a Zélia Gattai. Junto com Isabel Allende, formava minha dupla de escritoras predileta, daquelas que eu comprava qualquer livro que saísse sem me importar em dar uma lida antes. A escrita delas é bem parelha, as duas escrevem sem nenhuma pretensão e eu ouvia uma voz amiga balbuciando suas linhas, a cada vez que folheava os Contos de Eva Luna ou as histórias de Zélia e Jorge. Minha mãe encontrou os dois uma noite na França e disse que foi uma das coisas mais bonitinhas que viu na vida: os dois de braços dados andando pela praça conversando e sorrindo. Eu – que sou uma anta desmemoriada – também tenho minha história com a Zélia: Onde hoje é a FNAC de Pinheiros, anteriormente era o Shopping Cultural da Ática (que eu preferia mil vezes). Lá eram realizadas as festas de entrega do Prêmio Jabuti. Numa dessas noites, o Caio foi receber o prêmio por algum autor na Rocco que estava no exterior e eu fui com ele. Tava um frio infernal. O cocktail rolava no último andar e a mulhera...

Do amor e outros demônios

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O amor é engraçado. Quando eu era mais nova, vivia pensando que a probabilidade estatística de encontrar alguém compatível e que me amasse na mesma proporção era abaixo de zero. Mas encontrei o Caio. Não foi meu primeiro amor, tive outro antes. Mas não tinha a tal compatibilidade, e quando chegava a hora de business a coisa empacava. Eu namorei, noivei e casei em um ano e três meses. E lá se vão quase 20 anos. Minhas irmãs e meus pais namoraram aaaaaaanos e estão todos separados. Todos casaram na igreja, de branco, como manda o figurino. Eu casei de preto, no dia das bruxas e estamos aqui até hoje. A vida não funciona linearmente. Mas esse não é o caso. O caso é que sábado foi o casamento da Verônica e do Dudu. A Verô é filha de uma amigona superquerida do Satã. Um dia antes, fomos - eu e a Sophia - ajudar a embrulhar bem casados pra festa e foi um dia bem divertido -ainda que o atrapalhado do Caio tenha se perdido no trânsito record da sexta feira. Eles não chegaram a namorar dois ano...