Tá aí (é um playback pro Fantástico, as é o que tá com qualidade melhor):
As aparências enganam,aos que odeiam e aos que amamPor que o amor e o ódio se irmanam na fogueira das paixõesOs corações pegam fogoe depois não há nada que os apagueSe a combustão os persegue, as labaredas e as brasas sãoO alimento, o veneno e o pão, o vinho seco, a recordação dos tempos idos, de comunhão, sonhos vividos de conviverAs aparências enganam, aos que odeiam e aos que amamPor que o amor e o ódio se irmanam na geleira das paixõesOs corações viram gelo e, depois, não há nada que os degeleSe a neve, cobrindo a pele, vai esfriando por dentro o serNão há mais forma de se aquecer,não há mais tempo de se esquentarNão há mais nada pra se fazer,senão chorar sob o cobertorAs aparências enganam, aos que gelam e aos que inflamamPorque o fogo e o gelo se irmanam no outono das paixõesOs corações cortam lenha e, depois, se preparam pra outro invernoMas o verão que os unira, ainda, vive e transpira aliNos corpos juntos na lareira, na reticente primaveraNo insistente perfume de alguma coisa chamada amorBonito, né?Beijos, gente!
Lembro quando vc falou dessa música na facul! Ela é ótima! Não sei qual gosto mais, se é essa ou a "Vai embora", outra que pe magnífica
ResponderExcluirEssa música mexe comigo de uma maneira que não sei explicar. Apesar de não ser, digamos assim, da minha época, ela me dá uma nostalgia não sei de que, uma vontade de chorar. Uma saudade á toa.
ResponderExcluirSei lá.
AMO essa musica, culpa sua!
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